Era uma Vez


O culto transcorria dentro do normal quando o jovem pastor, no lugar dos avisos finais, chamou um senhor para que esse lhes contasse uma história. Depois dos costumeiros cumprimentos, disse aos que lá estavam:

- O que vou contar a vocês aconteceu há alguns anos atrás. Um pai, seu filho e um amigo dele estavam navegando em pleno mar aberto quando foram surpreendidos por uma tempestade. Mesmo sendo experiente, o pai não conseguiu evitar que a força das ondas arrastasse o seu filho e o amigo para dentro do mar. Sem demora o pai pegou a única bóia de resgate que havia e teve que tomar uma difícil decisão: a qual dos jovens deveria lançar a bóia. Não tinha muito tempo.
Sabia que seu filho era temente a Deus, serio cumpridor dos mandamentos; mas seu amigo infelizmente não era. Como a angústia aumentava na medida em que a tempestade também ficava pior, o pai não teve dúvidas. Gritou ao seu filho:

- Querido, sabes que eu te amo e que Deus é todo misericordioso, lança-te nas mãos d\’Ele! E atirou a bóia para o outro, salvando-o. Seu filho, no entanto, desapareceu nas ondas e nem mesmo seu corpo foi encontrado. Todos olhavam com atenção, e ele concluiu:

- O pai, tomou essa decisão, pois sabia que seu filho, morrendo, iria para Deus, mas temia pelo destino de seu amigo, que trilhava o mal caminho. Por isso escolheu abandonar o filho e salvar o outro.

Depois dos aplausos, no final da reunião, um jovem veio ao encontro do senhor e disse:

- Foi uma bela história. Reconhecemos nela o Amor que Deus tem para conosco, entregando Seu Filho para a nossa salvação. Mas, no caso real, será que esse pai agiu corretamente, apostando a vida do seu filho na conversão do outro? Será que este se converteu?

E o senhor, numa dor expressiva, concluiu:

- Compreendo o que você diz. Pode ser que ele não tivesse visto bem a realidade no angustiante momento de tomar aquela terrível decisão. É bem possível. Mas tenho algo a lhe dizer: É que esse pai sou eu, e o amigo de meu filho, é este jovem pastor.

Moral da Historia: muitas vezes devemos sacrificar o que nos agrada para que possamos ver a graça ou o milagre que Jesus quer fazer em nossa vida. Sacrifício significa amor, confiança e entrega. Deus reserva o melhor pra você, confie no Seu Amor e se lance na Sua Misericórdia.

“Você comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero.”
(Salmos 128:2)

Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
- Seu marido lhe faz feliz ? Ele lhe faz feliz de verdade ?
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança.
Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa lhe respondeu com um “Não”, bem redondo…
- “Não, não me faz feliz”
Neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima quando veio a conclusão da resposta.
- Ele não me faz feliz… Eu sou feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim.
E continuou dizendo:
- Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente… o ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres, etc. E assim poderia citar uma lista interminável. Às demais coisas eu chamo “experiências” ; esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Lembro-me de viver de modo eterno. Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas como esta: “Você é feliz no seu casamento?” ou “Você é feliz?”, gosto de responder com apenas uma frase, como se esta fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse a chave de toda a felicidade, de todo matrimonio e de toda vida humana; gosto de responder com aquela velha e famosa frase que ainda não conseguimos compreender:
“A felicidade depende de mim”.
Há pessoas que dizem: “Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor…”

SEJA FELIZ mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro,mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

SEJA FELIZ. Sempre …

Autor Desconhecido

Se um homem tiver cem ovelhas, e uma se desviar e se perder, que fará ele? Não deixará as outras noventa e nove, e sairá pelos montes em busca da perdida?
(Mateus 18:12)

Louis Pasteur, o famoso microbiologista francês que descobriu que a maioria das doenças é causada por germes, dedicou-se à busca do conhecimento. Cria, entretanto, na existência de valores espirituais que transcendem a ciência.
Em 1849, Pasteur casou-se com Marie Laurent, uma de suas assistentes de laboratório. Tiveram cinco filhos. Três morreram na infância. Dezenove anos mais tarde, ele sofreu uma lesão vascular cerebral por excesso de trabalho e ficou parcialmente paralisado.
Quando estourou a guerra franco-prussiana em 1870, o único filho de Pasteur, Jean Batiste, foi convocado para servir seu país e envolveu-se na catastrófica derrota do exército francês em Metz. Depois de semanas sem receber notícias do rapaz, Pasteur deixou seu agora famoso laboratório em Paris e foi procurá-lo. A despeito de sua paralisia parcial, Pasteur seguiu mancando na direção norte à procura do filho. As estradas estavam congestionadas com soldados derrotados e errantes. A jornada foi árdua, mas depois de muitas perguntas Pasteur localizou a unidade de seu filho. Um oficial contou-lhe então a desanimadora notícia: de um grupamento original de 1.200 homens, menos de 300 haviam sobrevivido.
Mas Pasteur não desistiu. Continuou avançando por estradas cheias de cavalos mortos e homens sofrendo de frio enregelante e gangrena. Chegou finalmente ao local onde um soldado estava enrolado até os olhos num sobretudo pesado; mal podia ser reconhecido em seu estado de definhamento. Era Jean Batiste! Pai e filho, comovidos demais para falar, abraçaram-se em silêncio.
Na guerra entre as forças do bem e do mal, muito filho, muita filha já sofreu derrotas catastróficas nas mãos do inimigo das almas. E muitos, como o filho de Pasteur, mal podem ser reconhecidos por causa dos estragos do pecado. Alguns cristãos professos, até mesmo pais, talvez creiam que esses filhos errantes se encontrem além da esperança. Mas mesmo que eles se esqueçam (ver Isaías 49:15), o Bom Pastor e os pais fiéis nunca se esquecerão, mesmo que por vezes tenham de administrar um amor severo.

Autor Desconhecido

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